Neste momento de aceleração digital e a presença da tecnologia em vários setores da economia, empresas tiveram que inovar para atender as demandas de seus clientes.

No mercado de loteamentos não foi muito diferente. Vivendo em uma era digital e com a crise causada pela Covid-19, o setor teve a oportunidade de provar que também pode desenvolver novos modelos de negócio para atender as demandas do mercado. 

Com o aparecimento de algumas startups no ramo da construção, surgiram diversas tendências no mercado de loteamentos que vieram para ficar.

Confira algumas delas! 

 

Expansão das construtechs

Com o aumento da demanda pela compra de um lote e posterior construção da casa própria, os serviços relacionados a isso, consequentemente, também cresceram. 

Com isso, as construtechs – startups que atuam no setor da construção civil – se estabeleceram e se expandiram ainda mais, atendendo às diversas demandas de quem deseja comprar um terreno e construir. 

No início deste ano, a Soma promoveu, inclusive, o evento “A Era das Construtechs”, em parceria com a Time Now Engenharia, para falar sobre toda essa revolução do segmento. 

Além disso, recentemente foi fechada uma parceria com a TecVerde, que possibilitará que os clientes da Soma tenham o seu imóvel pré-fabricado pronto em até 90 dias após a compra do lote. 

E estes são só alguns exemplos. As empresas InovaHouse 3D e a Urban 3D são outros deles, e também estão apostando nesse nicho. A primeira desenvolveu uma impressora 3D com 3m de altura e 6m de comprimento e com a capacidade de imprimir em larga escala materiais pastosos diversificados, como a base em cimento.

Já a Urban 3D trabalha com o objetivo de erguer prédios de quatro e cinco andares em poucas semanas e reduzir o custo de construção em até 80%.  

Nos Estados Unidos e na China, os recursos de impressão 3D para estruturas residenciais já são utilizados. No Brasil, a InovaHouse 3D é uma das primeiras startups a trazer essa tecnologia, que além de empregar benefícios para indústria da construção, proporcionam liberdade arquitetônica e redução de impacto ambiental.  

 

Startups de serviços financeiros

Além das construtechs, startups que trabalham para inovar e otimizar serviços do sistema financeiro também estão em crescimento no mercado de loteamentos.

Atendendo pelo nome de fintechs, essas startups trabalham para inovar e otimizar serviços do sistema financeiro. A Glebba, por exemplo, opera no financiamento coletivo para aquisições imobiliárias no setor de loteamentos. 

Atuando nesse mercado desde 2017, a empresa já captou mais de R$ 3 milhões em quatro empreendimentos espalhados por diferentes regiões brasileiras. Com a plataforma Glebba, pessoas físicas conseguem aplicar a partir de R$ 1 mil em empreendimentos, acelerando a construção de projetos e acessando investimentos mais rentáveis. 

 

Gestão automatizada de lotes

Isso porque também não comentamos sobre os softwares de gestão de lotes e leads interessados nos mesmos. Através destes programas/aplicativos, com apenas poucos toques, é possível ter todas as informações de um empreendimento ou de um comprador na palma da mão.

A pandemia também possibilitou que os corretores e empresas do mercado de loteamentos se reinventassem, realizando todo o atendimento de forma online, 100% digital.  

Muito legal, né?

 

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